terça-feira, 16 de junho de 2026

Festival Viola Caipira de São Lourenço - MG

Coluna Minas Turismo Gerais jornalista Sérgio Moreira

Contagem regressiva para o 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais, que será realizado entre os dias 9 e 12 de julho de 2026, na Praça João Lage, em São Lourenço, no Sul de Minas.

O evento chega à terceira edição consolidado no calendário cultural da cidade e promete reunir artistas, moradores e turistas em torno da música raiz e da valorização da cultura mineira.

O 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais tem patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais / Descentra Cultura, conta com apoio do IEPHA, Prefeitura Municipal de São Lourenço, Secretaria de Turismo e Cultura, Carrossel e Villela Campos. É realizado pelo Governo de Minas e pela empresa Realiza Minas. A Cemig é a maior incentivadora da cultura no estado de Minas Gerais.

O apoio do Governo de Minas e da Cemig reforça o compromisso com a valorização da cultura popular, incentivando iniciativas que preservam as tradições mineiras e fortalecem os artistas da música raiz em diferentes regiões do estado.

As inscrições estarão abertas de 20 de maio de 2026 até 25 de junho de 2026, às 23h59, e deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, por meio do endereço: realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/. A participação é gratuita e destinada a duplas interessadas em mostrar talento e manter viva a tradição da viola caipira. A lista dos selecionados será divulgada no dia 29 de junho de 2026.

Criado com o objetivo de promover a cultura musical da viola caipira, o festival busca resgatar, preservar e difundir saberes, linguagens e expressões ligadas a esse importante patrimônio imaterial de Minas Gerais. A proposta é fortalecer a identidade cultural do estado e abrir espaço para novos intérpretes e instrumentistas do gênero.

Cada participante poderá inscrever até duas músicas, desde que estejam inseridas no cancioneiro raiz da viola caipira, no formato de dupla. As apresentações poderão ocorrer em duas formações: viola caipira, violão, voz 1 e voz 2, ou duas violas caipiras, voz 1 e voz 2. Serão avaliados critérios como afinação, desempenho instrumental, interpretação no estilo da viola caipira e entrosamento da dupla.

As fases eliminatórias serão realizadas nos dias 10 e 11 de julho de 2026, em São Lourenço (MG), na Praça João Lage, Centro. Já a grande final acontecerá no dia 12 de julho de 2026. Ao todo, o festival distribuirá R$16.500,00 em premiação, além de troféus aos finalistas.

O primeiro lugar receberá R$7 mil, seguido de R$4 mil para o segundo colocado, R$3 mil para o terceiro, R$1,5 mil para o quarto lugar e R$1 mil para o quinto colocado. A premiação reforça o incentivo aos artistas e o compromisso do festival com a valorização da música de raiz.

Um dos grandes diferenciais desta edição será o apoio oferecido às duplas classificadas. A Comissão Organizadora disponibilizará hospedagem em apartamento duplo, com café da manhã no hotel e uma refeição (jantar), em hotéis credenciados da cidade de São Lourenço.

As 30 duplas classificadas para participação no festival receberão uma diária de hospedagem cortesia, em apartamento duplo, com café da manhã e jantar inclusos. Já as cinco duplas classificadas na eliminatória do dia 10 de julho terão direito a duas diárias de hospedagem, entre os dias 10 e 12 de julho. As cinco duplas classificadas na eliminatória do dia 11 de julho terão direito a duas diárias, entre os dias 11 e 13 de julho de 2026.

Os hotéis e pousadas serão definidos exclusivamente pela Comissão Organizadora, não cabendo aos participantes solicitar alteração de hospedagem, categoria de acomodação ou substituição do benefício concedido.

De acordo com a diretora da Realiza Minas, Rebecca Geyerhahn Cortês, a terceira edição demonstra a força e a continuidade do projeto cultural em São Lourenço.

“Chegar ao terceiro ano consecutivo mostra que o Festival de Viola Caipira já se tornou uma tradição da cidade. A cada edição percebemos o carinho do público e o interesse crescente dos artistas. Queremos novamente ver a praça cheia, com famílias emocionadas e celebrando esse patrimônio tão importante para Minas Gerais”, destaca.

Rebecca ressalta ainda que o festival também impulsiona o turismo e a economia local. Segundo ela, a expectativa é receber visitantes de diversas cidades, movimentando hotéis, restaurantes, comércio e gerando emprego e renda para a população durante os dias de evento.

“Com apoio do Governo de Minas e patrocínio da Cemig, o festival também se consolida como importante ferramenta de desenvolvimento cultural, turístico e econômico para o Sul de Minas, ampliando o acesso da população às manifestações tradicionais da cultura mineira.”

Além da competição musical, a programação contará com shows culturais, apresentações de orquestras de violeiros, praça de alimentação com comidas típicas mineiras e de boteco, além de atividades ligadas à cultura da viola e à valorização das tradições mineiras.

A Cemig é a maior incentivadora da cultura em Minas Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história, a empresa reforça o seu compromisso em apoiar as expressões artísticas existentes no estado, de maneira a abraçar e acolher a cultura mineira em toda a sua diversidade.

Os projetos e atrações patrocinados pela Cemig têm o objetivo de beneficiar o maior número de pessoas, nas diferentes regiões do estado, promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Ao investir, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas Gerais, a Cemig contribui para dar vida à arte, refletindo o posicionamento da companhia em ser uma indutora do desenvolvimento social e econômico de Minas Gerais.

Informações e inscrições

realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/

Travel Next Minas impulsiona o turismo


Travel Next Minas 2025 – Foto: Anderson Gradischer

A cerca de três meses de sua realização, a Travel Next Minas 2026 já ultrapassa a marca de 90% da área comercializada, consolidando um desempenho superior ao registrado no mesmo período da edição anterior. O resultado reforça o crescimento da feira e a ampliação do interesse do mercado turístico nacional em participar de um dos principais encontros de negócios do setor no Brasil.

Travel Next Minas será no Expominas

O avanço na comercialização também reflete o aumento no número de empresas expositoras confirmadas para a edição de 2026, fortalecendo a diversidade de segmentos representados no evento — que reúne destinos, operadoras, hotelaria, cruzeiros, tecnologia, mobilidade, experiências de luxo e diferentes nichos do turismo.

Com o cenário positivo, a organização da feira também anuncia uma novidade para este ano: no dia 12 de agosto, a abertura da Travel Next Minas será realizada às 11h para expositores, autoridades convidadas e imprensa. Para os demais públicos, o acesso ao evento será liberado a partir das 13h.

A Travel Next Minas 2026 será realizada nos dias 12 e 13 de agosto, no Expominas, em Belo Horizonte , reunindo os principais players do turismo nacional em uma programação voltada à geração de negócios, capacitação e integração do setor. 

Mais informações estão disponíveis no site https://travelnext.com.br/

Em Monte Sião: Festas juninas e Brasil em Campo

Em junho o evento ocorre todos os dias, de segunda a quarta com apresentações juninas das escolas municipais, quinta com o tradicional “Double Chopp”, e de sexta a domingo repleto de atrações: destaques da semana para Bee Gees Forever e Transmissão do jogo do Brasil x Marrocos

Saiba mais: Instagram: @turismomontesiaomg 

Desde 1º de maio o Festival acontece em seu recinto e configuração definitiva, ocupando a Alameda coberta da Praça Prefeito Mário Zucato onde reúne 6 operações de gastronomia pica mineira, lounges instagramáveis, iluminação temá ca, aquecedores e mais de 400 lugares sentados para garan r o conforto do munícipe e turistas. Considerado como um dos principais eventos culturais e turís cos do Sul de Minas Gerais, o evento consolida Monte Sião — conhecida como Capital Nacional da Moda em Tricô — como des no de inverno, gastronomia, música e entretenimento. 

Desde os anos 2000 o Festival cumpre com sua estratégia de fortalecer o turismo durante o inverno e ampliar o fluxo de visitantes que já procuravam a cidade pelas malharias e pelo comércio de tricô. Ao longo dos anos, deixou de ser apenas um conjunto de shows de inverno e passou a se transformar em um fes val mul cultural de longa duração, fortalecendo a economia local, impulsionando o comércio, o turismo e gerando empregos diretos e indiretos em diversos setores. Hotéis, pousadas, restaurantes, bares, lojas, malharias, artesãos e prestadores de serviços são beneficiados com o aumento da circulação de turistas durante toda a temporada. 

Com público histórico de milhares de visitantes todos os anos, o fes val ganhou destaque desde 2025 na programação cultural e turís ca da nova gestão, produzido com robustez e se destacando na região com visibilidade ampliada como destino turístico.

Com foco na valorização da cultura, do esporte e da economia, a secretaria responsável pela gestão do evento investe em realizações concomitantes como:

ESPORTE: Kenda Cup – O maior desafio de Mountain Bike do Brasil realiza a 2ª etapa com o Circuito Monte Sião, entre os dias 16 e 17 de maio 

ECONOMIA: FENAT — Com início programado para o dia 30 de maio, a Feira Nacional da Moda em Tricô é o evento mais importante para o setor de malharias e da moda no município 

EDUCAÇÃO E CULTURA: Concentração das apresentações juninas das escolas do município durante todo o mês de junho, mantendo a tradição viva, omizando o invesmento municipal no aproveitamento da ampla estrutura já desenvolvida.  Movida pela valorização e incen vo a ar stas locais e regionais, a programação carrega mais de 150 shows distribuídos em sua programação.

Com destaque para a agenda deste final de semana, confira o que te espera: 

ATRAÇÕES CULTURAIS 

Quinta-feira (11/06) 18h: CRISTIANO REIS Sexta-feira (12/06) 21h: BEE GEES FOREVER Sábado (13/06) 12h: GRUPO AMIGOS DA VIOLA  15h30: VIVART 

19h: TRANSMISSÃO DO JOGO DA COPA: BRASIL X MARROCOS 

21h: SAMBA DO DIGÃO 

Domingo (14/06) 12h: PATY & ISA  

15h30: IRMÃOS TOLEDO E BANDA 

 20h: PAGODIN COM OS PARÇA’S ÁREA KIDS Infláveis com cobrança de ingresso (sábado e domingo), no entorno do coreto

O festival segue até 26 de julho com programação variada. na Praça Prefeito Mário Zucato - Avenida Presidente Getúlio Vargas, Monte Sião.

A entrada é gratuita. Pets são bem-vindos. 

Realização: Prefeitura Municipal de Monte Sião por meio da Secretaria de Industria, Comercio, Esporte, Turismo, Cultura e Lazer

Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, é padroeira  de Monte Sião. A cidade abriga a primeira igreja do mundo dedicada a essa devoção. O templo atrai milhares de romeiros e turistas anualmenteNossa Senhora da Medalha Milagrosa, localizado no centro de Monte Sião, Minas Gerais, é um dos templos marianos mais importantes do Brasil.

A cidade abriga a primeira igreja do mundo dedicada a essa devoção. O templo atrai milhares de romeiros e turistas anualmente
Informações – (35) 92000-4664 

www.montesiao.mg.gov.br

@turismomontesiaomg

Musical ‘ELZA’ mostra a trajetória de Elza Soares

Visto por mais de 100 mil espectadores, a montagem, que teve a aprovação irrestrita da homenageada, volta à capital mineira. O musical é vencedor do PRÊMIO BIBI FERREIRA nas categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Atriz em Musicais, Melhor Direção em Musicais, Melhor Arranjo Original em Musicais e Melhor Roteiro Original em Musicais. Também é vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música. Do PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Especial – Arranjos. Vencedor do PRÊMIO APCA de Melhor Dramaturgia. E vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção e Categoria Especial – Elenco

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e já passou por 16 cidades, sendo visto por mais de 100 mil pessoas.  

Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita da homenageada, as atrizes Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana e a atriz convidada Naruna Costa sobem ao palco do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, para celebrar a memória de Elza Soares. As apresentações acontecem nos dias 27 e 28 de junho, sábado, às 20h e domingo, às 17h. Após a apresentação de domingo, haverá bate-papo com o elenco. 

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório relacionamento.

Naruna Costa teve sua estreia na temporada de 2025, interpretando papel de destaque no espetáculo, consagrando sua trajetória como atriz, cantora, diretora artística e diretora musical. Naruna é vencedora do prêmio Shell 2024 na categoria de Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua carreira, já foi indicada e ganhou diversos prêmios como o de Melhor Diretora no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional. 

Com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Larissa Luz. Além disso, o maestro Letieres Leite (in memoriam), da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegasse. A idealização e produção artistica do projeto é de Andrea Alves. 

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a jornada de Elza é contada com alegria. 

A Elza me disse: sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz.

A estreia de Elza marca o encontro, a convite de Andréa Alves,  da dramaturgia de Vinícius Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes.

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria com a Sarau. 

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por montagens tais como As Centenárias, Nossa História com Chico Buarque, Azira´i, A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro, Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partido e Gota D’Água [a seco]. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival TOCA que trouxe a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.

FICHA TÉCNICA:

Direção: Duda Maia/ Texto: Vinícius Calderoni/ Direção musical e arranjos vocais: Larissa Luz / Arranjos: Letieres Leite/ Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves/ Diretora de projetos: Leila Maria Moreno/ Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana. Atriz convidada: Naruna Costa/ Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris Ariel/Diretora Assistente: Ana Carbatti/ / Produção musical e codireção musical: Danillo Panda/ Design de Som: Gabriel D’Angelo/ Cenário: André Cortez / Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure / Iluminação: Renato Machado / Visagismo: Uirandê de Holanda / Coordenadora de produção: Hannah Jacques/ Produtor Executivo: Cissa Moreira/ Assessoria de imprensa em Belo Horizonte: Luz Comunicação - Jozane Faleiro 

Musical ‘Elza’

Classificação etária: 14 anos.   Duração: 150 minutos - 2h30 sem intervalo

Data: 27 e 28 de junho - sábado, às 20h e domingo, às 17h (bate-papo com o elenco, após a apresentação de domingo)

Local: Grande Teatro – Sesc Palladium - Rua Rio de Janeiro, 1046, Belo Horizonte - Minas Gerais

Ingressos: 

Venda:  

https://bileto.sympla.com.br/event/121683/d/390015?utm_term=musical%2Cmusical%2Cmusical

Informações: (31) 3270-8100

Lei Rouanet

Patrocínio: Laranjinha Itaú 

Correalização: SESC Serviço social do Comércio 

Realização: Sarau Cultura Brasileira 

Ministério da Cultura, Governo do Brasil – Do Lado do Povo Brasileiro

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira  @sergiomoreira63  Informações para sergio51moreira@bol.com.br














Nenhum comentário:

Postar um comentário