Coluna Minas Turismo
Gerais jornalista Sérgio Moreira
Contagem regressiva
para o 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais, que será realizado
entre os dias 9 e 12 de julho de 2026, na Praça João Lage, em São Lourenço, no
Sul de Minas.
O evento chega à terceira edição consolidado no
calendário cultural da cidade e promete reunir artistas, moradores e turistas
em torno da música raiz e da valorização da cultura mineira.
O 3º Festival Viola Caipira – O Som das Minas Gerais
tem patrocínio da Cemig, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de
Minas Gerais / Descentra Cultura, conta com apoio do IEPHA, Prefeitura
Municipal de São Lourenço, Secretaria de Turismo e Cultura, Carrossel e Villela
Campos. É realizado pelo Governo de Minas e pela empresa Realiza Minas. A Cemig
é a maior incentivadora da cultura no estado de Minas Gerais.
O apoio do Governo de Minas e da Cemig reforça o
compromisso com a valorização da cultura popular, incentivando iniciativas que
preservam as tradições mineiras e fortalecem os artistas da música raiz em
diferentes regiões do estado.
As inscrições estarão abertas de 20 de maio de 2026
até 25 de junho de 2026, às 23h59, e deverão ser realizadas exclusivamente pela
internet, por meio do endereço: realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/.
A participação é gratuita e destinada a duplas interessadas em mostrar talento
e manter viva a tradição da viola caipira. A lista dos selecionados será
divulgada no dia 29 de junho de 2026.
Criado com o objetivo de promover a cultura musical
da viola caipira, o festival busca resgatar, preservar e difundir saberes,
linguagens e expressões ligadas a esse importante patrimônio imaterial de Minas
Gerais. A proposta é fortalecer a identidade cultural do estado e abrir espaço
para novos intérpretes e instrumentistas do gênero.
Cada participante poderá inscrever até duas músicas,
desde que estejam inseridas no cancioneiro raiz da viola caipira, no formato de
dupla. As apresentações poderão ocorrer em duas formações: viola caipira,
violão, voz 1 e voz 2, ou duas violas caipiras, voz 1 e voz 2. Serão avaliados
critérios como afinação, desempenho instrumental, interpretação no estilo da
viola caipira e entrosamento da dupla.
As fases eliminatórias serão realizadas nos dias 10
e 11 de julho de 2026, em São Lourenço (MG), na Praça João Lage, Centro. Já a
grande final acontecerá no dia 12 de julho de 2026. Ao todo, o festival
distribuirá R$16.500,00 em premiação, além de troféus aos finalistas.
O primeiro lugar receberá R$7 mil, seguido de R$4
mil para o segundo colocado, R$3 mil para o terceiro, R$1,5 mil para o quarto
lugar e R$1 mil para o quinto colocado. A premiação reforça o incentivo aos
artistas e o compromisso do festival com a valorização da música de raiz.
Um dos grandes diferenciais desta edição será o
apoio oferecido às duplas classificadas. A Comissão Organizadora
disponibilizará hospedagem em apartamento duplo, com café da manhã no hotel e
uma refeição (jantar), em hotéis credenciados da cidade de São Lourenço.
As 30 duplas classificadas para participação no
festival receberão uma diária de hospedagem cortesia, em apartamento duplo, com
café da manhã e jantar inclusos. Já as cinco duplas classificadas na
eliminatória do dia 10 de julho terão direito a duas diárias de hospedagem,
entre os dias 10 e 12 de julho. As cinco duplas classificadas na eliminatória do
dia 11 de julho terão direito a duas diárias, entre os dias 11 e 13 de julho de
2026.
Os hotéis e pousadas serão definidos exclusivamente
pela Comissão Organizadora, não cabendo aos participantes solicitar alteração
de hospedagem, categoria de acomodação ou substituição do benefício concedido.
De acordo com a diretora da Realiza Minas, Rebecca
Geyerhahn Cortês, a terceira edição demonstra a força e a continuidade do
projeto cultural em São Lourenço.
“Chegar ao terceiro ano consecutivo mostra que o
Festival de Viola Caipira já se tornou uma tradição da cidade. A cada edição
percebemos o carinho do público e o interesse crescente dos artistas. Queremos
novamente ver a praça cheia, com famílias emocionadas e celebrando esse
patrimônio tão importante para Minas Gerais”, destaca.
Rebecca ressalta ainda que o festival também
impulsiona o turismo e a economia local. Segundo ela, a expectativa é receber
visitantes de diversas cidades, movimentando hotéis, restaurantes, comércio e
gerando emprego e renda para a população durante os dias de evento.
“Com apoio do Governo de Minas e patrocínio da
Cemig, o festival também se consolida como importante ferramenta de
desenvolvimento cultural, turístico e econômico para o Sul de Minas, ampliando
o acesso da população às manifestações tradicionais da cultura mineira.”
Além da competição musical, a programação contará
com shows culturais, apresentações de orquestras de violeiros, praça de
alimentação com comidas típicas mineiras e de boteco, além de atividades
ligadas à cultura da viola e à valorização das tradições mineiras.
A Cemig é a maior incentivadora da cultura em Minas
Gerais e uma das maiores do país. Ao longo de sua história, a empresa reforça o
seu compromisso em apoiar as expressões artísticas existentes no estado, de maneira
a abraçar e acolher a cultura mineira em toda a sua diversidade.
Os projetos e atrações patrocinados pela Cemig têm o
objetivo de beneficiar o maior número de pessoas, nas diferentes regiões do
estado, promovendo a democratização do acesso às práticas culturais. Ao
investir, incentivar e impulsionar o crescimento do setor cultural em Minas
Gerais, a Cemig contribui para dar vida à arte, refletindo o posicionamento da
companhia em ser uma indutora do desenvolvimento social e econômico de Minas
Gerais.
Informações
e inscrições
realizaminas.com.br/festivalviolacaipira/
Travel
Next Minas impulsiona o turismo
Travel Next Minas 2025 – Foto: Anderson
Gradischer
A cerca de três meses de sua realização, a Travel
Next Minas 2026 já ultrapassa a marca de 90% da área comercializada,
consolidando um desempenho superior ao registrado no mesmo período da edição
anterior. O resultado reforça o crescimento da feira e a ampliação do interesse
do mercado turístico nacional em participar de um dos principais encontros de
negócios do setor no Brasil.
Travel Next Minas será no Expominas
O avanço na comercialização também reflete o aumento
no número de empresas expositoras confirmadas para a edição de 2026,
fortalecendo a diversidade de segmentos representados no evento — que reúne
destinos, operadoras, hotelaria, cruzeiros, tecnologia, mobilidade,
experiências de luxo e diferentes nichos do turismo.
Com o cenário positivo, a organização da feira
também anuncia uma novidade para este ano: no dia 12 de agosto, a abertura da
Travel Next Minas será realizada às 11h para expositores, autoridades
convidadas e imprensa. Para os demais públicos, o acesso ao evento será
liberado a partir das 13h.
A Travel Next Minas 2026 será realizada nos dias 12
e 13 de agosto, no Expominas, em Belo Horizonte , reunindo os principais
players do turismo nacional em uma programação voltada à geração de negócios,
capacitação e integração do setor.
Mais informações estão disponíveis no site
https://travelnext.com.br/
Em Monte
Sião: Festas juninas e Brasil em Campo
Em junho o evento ocorre todos os dias, de segunda a
quarta com apresentações juninas das escolas municipais, quinta com o
tradicional “Double Chopp”, e de sexta a domingo repleto de atrações: destaques
da semana para Bee Gees Forever e Transmissão do jogo do Brasil x Marrocos
Saiba mais: Instagram: @turismomontesiaomg
Desde 1º de maio o Festival acontece em seu recinto
e configuração definitiva, ocupando a Alameda coberta da Praça Prefeito Mário
Zucato onde reúne 6 operações de gastronomia pica mineira, lounges
instagramáveis, iluminação temá ca, aquecedores e mais de 400 lugares sentados
para garan r o conforto do munícipe e turistas. Considerado como um dos
principais eventos culturais e turís cos do Sul de Minas Gerais, o evento
consolida Monte Sião — conhecida como Capital Nacional da Moda em Tricô — como
des no de inverno, gastronomia, música e entretenimento.
Desde os anos 2000 o Festival cumpre com sua
estratégia de fortalecer o turismo durante o inverno e ampliar o fluxo de
visitantes que já procuravam a cidade pelas malharias e pelo comércio de tricô.
Ao longo dos anos, deixou de ser apenas um conjunto de shows de inverno e
passou a se transformar em um fes val mul cultural de longa duração,
fortalecendo a economia local, impulsionando o comércio, o turismo e gerando
empregos diretos e indiretos em diversos setores. Hotéis, pousadas,
restaurantes, bares, lojas, malharias, artesãos e prestadores de serviços são
beneficiados com o aumento da circulação de turistas durante toda a
temporada.
Com público histórico de milhares de visitantes
todos os anos, o fes val ganhou destaque desde 2025 na programação cultural e
turís ca da nova gestão, produzido com robustez e se destacando na região com
visibilidade ampliada como destino turístico.
Com foco na valorização da cultura, do esporte e da
economia, a secretaria responsável pela gestão do evento investe em realizações
concomitantes como:
ESPORTE: Kenda Cup – O maior desafio de Mountain Bike do
Brasil realiza a 2ª etapa com o Circuito Monte Sião, entre os dias 16 e 17 de
maio
ECONOMIA: FENAT — Com início programado para o dia 30 de
maio, a Feira Nacional da Moda em Tricô é o evento mais importante para o setor
de malharias e da moda no município
EDUCAÇÃO
E CULTURA: Concentração das apresentações juninas das
escolas do município durante todo o mês de junho, mantendo a tradição viva,
omizando o invesmento municipal no aproveitamento da ampla estrutura já
desenvolvida. Movida pela valorização e incen vo a ar stas locais e
regionais, a programação carrega mais de 150 shows distribuídos em sua
programação.
Com destaque para a agenda deste final de semana,
confira o que te espera:
ATRAÇÕES
CULTURAIS
Quinta-feira (11/06) 18h: CRISTIANO REIS
Sexta-feira (12/06) 21h: BEE GEES FOREVER Sábado (13/06) 12h: GRUPO AMIGOS
DA VIOLA 15h30: VIVART
19h: TRANSMISSÃO DO JOGO DA COPA: BRASIL X
MARROCOS
21h: SAMBA DO DIGÃO
Domingo (14/06) 12h: PATY & ISA
15h30: IRMÃOS TOLEDO E BANDA
20h: PAGODIN COM OS PARÇA’S ÁREA KIDS
Infláveis com cobrança de ingresso (sábado e domingo), no entorno do coreto
O festival segue até 26 de julho com programação
variada. na Praça Prefeito Mário Zucato - Avenida Presidente Getúlio Vargas,
Monte Sião.
A entrada é gratuita. Pets são bem-vindos.
Realização: Prefeitura Municipal de Monte Sião por
meio da Secretaria de Industria, Comercio, Esporte, Turismo, Cultura e Lazer
Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, é
padroeira de Monte Sião. A cidade abriga a primeira igreja do mundo
dedicada a essa devoção. O templo atrai milhares de romeiros e turistas
anualmenteNossa Senhora da Medalha Milagrosa, localizado no centro de Monte
Sião, Minas Gerais, é um dos templos marianos mais importantes do Brasil.
A cidade abriga a primeira igreja do mundo dedicada
a essa devoção. O templo atrai milhares de romeiros e turistas anualmente
Informações – (35) 92000-4664
www.montesiao.mg.gov.br
@turismomontesiaomg
Musical
‘ELZA’ mostra a trajetória de Elza Soares
Visto por mais
de 100 mil espectadores, a montagem, que teve a aprovação irrestrita da
homenageada, volta à capital mineira. O musical é vencedor do PRÊMIO BIBI
FERREIRA nas categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Atriz em
Musicais, Melhor Direção em Musicais, Melhor Arranjo Original em Musicais e
Melhor Roteiro Original em Musicais. Também é vencedor do PRÊMIO
SHELL de Melhor Música. Do PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias
Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor Autor e Especial – Arranjos. Vencedor
do PRÊMIO APCA de Melhor Dramaturgia. E vencedor do PRÊMIO
CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção e Categoria Especial – Elenco
A trajetória de Elza Soares é sinônimo de
resistência e reinvenção. As múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua
majestosa carreira foram o ponto de partida para o musical “Elza”, que
estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e já passou por 16 cidades, sendo
visto por mais de 100 mil pessoas.
Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação
irrestrita da homenageada, as atrizes Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez,
Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana e a atriz convidada Naruna
Costa sobem ao palco do Sesc Palladium, em Belo Horizonte, para celebrar a
memória de Elza Soares. As apresentações acontecem nos dias 27 e 28 de junho,
sábado, às 20h e domingo, às 17h. Após a apresentação de domingo, haverá
bate-papo com o elenco.
Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza
Soares em suas mais diversas fases e interpretam outros personagens, como
os familiares e amigos da cantora, além de personalidades marcantes, como Ary
Barroso (1903-1964), apresentador do programa onde se apresentou pela primeira
vez, e Garrincha (1933-1983), que protagonizou com ela um notório
relacionamento.
Naruna Costa teve sua estreia na temporada de
2025, interpretando papel de destaque no espetáculo, consagrando sua trajetória
como atriz, cantora, diretora artística e diretora musical. Naruna é vencedora
do prêmio Shell 2024 na categoria de Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua
carreira, já foi indicada e ganhou diversos prêmios como o de Melhor Diretora
no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI
Festival Brasileiro de Cinema Internacional.
Com texto de Vinícius Calderoni e direção
de Duda Maia, o espetáculo tem a direção musical de Larissa Luz. Além
disso, o maestro Letieres Leite (in memoriam), da Orquestra
Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para clássicos do repertório
da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se
Acaso Você Chegasse. A idealização e produção artistica do projeto é de
Andrea Alves.
Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da
homenageada estejam no palco, a estrutura de Elza foge do
formato convencional das biografias musicais. Se os personagens podem ser vividos
por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura do texto também não é
necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas recentes (A Mulher
do Fim do Mundo, a emblemática A Carne e Maria da
Vila Matilde) se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de
carreira da cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata
D’Água e Cadeira Vazia.
Marcada por uma série de tragédias pessoais – a
morte dos filhos e de Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –, a
jornada de Elza é contada com alegria.
“A Elza me disse: ‘sou muito alegre,
viva, debochada. Não vai me fazer um musical triste, tem que ter alegria’.
Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a partir deste encontro,
pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela gostaria de ser
retratada”, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis
entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de
pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos
fragmentos de textos aparecem na peça.
O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período
em que Elza se encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e
renascimentos. Ao lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do
Mundo (2015) e Deus é Mulher (2018), a cantora não
somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs, como conquistou,
mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das principais
vozes da mulher negra brasileira.
Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção
para a coletividade presente em todo o processo de criação da montagem. Após
ter escrito as primeiras páginas, ele começou a frequentar os ensaios e
estabeleceu um rico intercâmbio com Duda Maia e as sete
atrizes. ‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e colaboradoras do
texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da
responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo,
em relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada,
queria os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das
experiências vividas por uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs
muitas coisas, as atrizes também tiveram este espaço’, conta o dramaturgo.
Tal processo colaborativo se estendeu para a música,
com a participação ativa das atrizes e das musicistas nos ensaios com os
diretores musicais, e o maestro Letieres Leite, que liderou algumas
oficinas com o grupo no período dos ensaios. O processo gerou ainda duas
canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís, e Rap
da Vila Vintém, de Larissa Luz.
A estreia de Elza marca o encontro,
a convite de Andréa Alves, da dramaturgia de Vinícius
Calderoni com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no
recente panorama teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016),
estrelado pela Cia. Barca dos Corações Partidos, ela conquistou os prêmios
Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor Direção, além dos prêmios APTR
e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira de Melhor Musical Nacional.
Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de Melhor Autor por Ãrrã (2015),
o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras indicações
e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao
lado de Rafael Gomes.
Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é
também ator e músico – ele integra a banda 5 a Seco e tem dois discos
lançados. A experiência musical foi determinante no processo de criação do
texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho corporal para o desenvolvimento da
linguagem da encenação.
A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi
determinada por uma característica fundamental: a escuta e a participação das
intérpretes. ‘Foi um processo de ensaios muito vivo, em que partimos do
princípio que a voz não é nossa, é das atrizes. Fizemos este trabalho para elas
e a partir de propostas delas também. Precisamos olhar para o grupo, para a
troca’, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível graças à parceria
com a Sarau.
Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por
montagens tais como As Centenárias, Nossa História com Chico Buarque,
Azira´i, A Hora da Estrela ou O Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro,
Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro, Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol,
da Cia. Barca dos Corações Partido e Gota D’Água [a seco]. Sempre
comprometida com a cultura nacional em seus mais variados aspectos, a produtora
também assina a direção do Festival TOCA que trouxe a canção brasileira para o
centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e debates.
FICHA
TÉCNICA:
Direção: Duda Maia/ Texto: Vinícius Calderoni/
Direção musical e arranjos vocais: Larissa Luz / Arranjos: Letieres Leite/
Idealização e Direção de Produção: Andréa Alves/ Diretora de projetos: Leila
Maria Moreno/ Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia
Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana. Atriz convidada: Naruna
Costa/ Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris
Ariel/Diretora Assistente: Ana Carbatti/ / Produção musical e codireção musical:
Danillo Panda/ Design de Som: Gabriel D’Angelo/ Cenário: André Cortez /
Figurinos: Kika Lopes e Rocio Moure / Iluminação: Renato Machado / Visagismo:
Uirandê de Holanda / Coordenadora de produção: Hannah Jacques/ Produtor
Executivo: Cissa Moreira/ Assessoria de imprensa em Belo Horizonte: Luz
Comunicação - Jozane Faleiro
Musical
‘Elza’
Classificação etária: 14
anos. Duração: 150 minutos - 2h30 sem intervalo
Data: 27 e 28 de junho - sábado, às 20h e
domingo, às 17h (bate-papo com o elenco, após a apresentação de domingo)
Local: Grande Teatro – Sesc Palladium
- Rua Rio de Janeiro, 1046, Belo Horizonte - Minas Gerais
Ingressos:
Venda:
https://bileto.sympla.com.br/event/121683/d/390015?utm_term=musical%2Cmusical%2Cmusical
Informações: (31) 3270-8100
Lei Rouanet
Patrocínio: Laranjinha Itaú
Correalização: SESC Serviço social do Comércio
Realização: Sarau Cultura Brasileira
Ministério da Cultura, Governo do Brasil – Do Lado
do Povo Brasileiro
Coluna Minas Turismo
Gerais Jornalista Sérgio Moreira
@sergiomoreira63 Informações para
sergio51moreira@bol.com.br
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